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Um ciclista não é um desastre para a economia

Atualizado: 4 de ago.

De acordo com o texto publicado e supostamente escrito pelo Sr. Sanjay Thankrar, CEO do Euo Exim Bank, um ciclista não é um desastre para a economia de um país.

Um ciclista não compra um carro, mas compra uma bicicleta. E acredite, dependendo do modelo da bicicleta, faz-se necessário um empréstimo bem generoso para adquiri-la e, por conta de tamanho investimento, o seguro da bike também é inevitável. A Gold Extreme Mountain Bike, desenvolvida pela House of Solid Gold, vale um milhão de dólares, por exemplo! Para circular livremente pelas ruas, um ciclista não depende da gasolina, mas depende da energia da comida para locomoção. Os “grãos” são consumidos mundialmente como elemento base na nutrição das pessoas. Em 2020, um bilhão de pessoas produziram aproximadamente 2,5 milhões de grãos que foram consumidos como forma de combustível por milhares de ciclistas ao redor do mundo. Assim como um carro, é necessário manter a bicicleta sempre limpa e regulada. Pergunte a uma pessoa que pedala regularmente quantas vezes é necessário levar a bicicleta para serviços de limpeza, regulagem e manutenção. De fato, a bicicleta não exige grandes espaços para estacionamentos. Porém, para se locomover com segurança, um ciclista necessita da mesma infra estrutura que um carro. Ciclofaixas, estacionamentos seguros, vestiários, sinalização adequada, educação no trânsito, entre outros. Uma total repaginação arquitetônica no nosso atual (e arcaico) modelo de transporte. Bora mover a economia mundial? Sem contar que já existem milhares de estacionamentos de bicicletas em alguns lugares ao redor do mundo. Em Utrecht, na Holanda, por exemplo, existe o maior estacionamento subsolo de bicicletas no mundo. Infelizmente, “acidentes” também movem a economia. Assim como em um veículo automotor, uma pessoa machucada gira “o sistema” hospitalar e funerário. Baseado no Global Status Report publicado pelo World Health Organization, em 2018, aproximadamente 35.000 ciclistas morreram pelo mundo afora. Dificilmente você verá uma pessoa que pedala obesa ou com acúmulo de problemas de saúde. Evidentemente, sem grandes problemas de saúde, não se faz necessário o uso equívoco de remédios e visitas desnecessárias ao médico. Isso significa que um ciclista investe sim na saúde! Ele não investe é na doença! Um ciclista frequenta lojas locais de produtos e acessórios de bicicletas, visita espaços destinados à mecânica e manutenção de bicicletas, cafés, padarias, botecos, mercearias, profissionais ambulantes e liberais. Ou seja, um ciclista não é um desastre para a economia, ele só a move de uma forma incompreensível para mentes quadradas!

Escolha sabiamente... e junte-se a nós no nosso caminho Ecogrella! ♻🚲


Editado por Aline Moretti


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